Centro Social Marista Boa Esperança realiza Gincana 200 Anos

Depois de uma maratona incansável de preparação e expectativa, educadores e educandos do Centro Social Marista Boa Esperança realizaram a Gincana 200 Anos de 12 a 20/6 na unidade. A abertura do evento ocorreu na manhã do primeiro dia e contou com a presença dos participantes, da comunidade e de convidados.


Veja todas as fotos do evento.



Educandos foram divididos em quatro equipes

Os educandos foram divididos em quatro equipes: La Valla, L’Hermitage, Fraternidade e Missão. Cada educador era responsável por organizar os educandos e convidar alguns familiares para compor o quadro da equipe.

Foram dias de aprendizado e muita diversão. As tarefas tinham como tema a história do Instituto Marista, da Rede e também do Centro Social. Além de recolher material para ajudar outra entidade, os participantes também foram desafiados a convidar as demais Unidades Sociais Maristas a se fazerem presentes na Gincana 200 Anos.


Centro Social Marista Santa Marta, de Santa Maria, mandou o seu apoio

O último dia reservou o grande momento das apresentações das tarefas. As equipes levaram para o palco um talk show no qual Jô Soares entrevistou Marcelino Champagnat.

A grande campeã foi a equipe Fraternidade com 1059 pontos. A segunda colocada foi a equipe L’Hermitage, seguida de La Valla e Missão. Todos receberam medalhas confeccionadas na unidade (com caixas de leite), e os dois educandos destaques (Organização e Animação) receberam um kit marista com camiseta, caneta, caderno e agenda.


Em uma das provas, Jô Soares entrevistava Marcelino Champagnat


Voluntariado na Gincana 200 Anos

Para tornar esse evento possível, o Centro Social Marista Boa Esperança contou com uma ajuda muito especial. O voluntário Anderson Ferreira D’Ávila, 24 anos, trouxe toda a sua experiência com gincanas para o trabalho realizado com a equipe de educadores nos últimos meses.

Atualmente, ele é graduando em Educação Física – Licenciatura pela Universidade de Santa Cruz do Sul e está fazendo estágio pelo CIEE no Departamento de Esportes de Santa Cruz do Sul. Saiba como foi essa parceria com o Centro Social Marista:

Marista Boa Esperança – Como iniciou o seu contato com o nosso Centro Social?

Anderson – Iniciou em maio de 2016 para dar continuidade ao projeto esportivo Craques da Bola Cidadãos do Amanhã. Pelo fato de dar aula nos dois turnos, fui criando afinidade com os educadores e educandos, conhecendo também a rotina do Centro e a Missão Marista.

Marista Boa Esperança – Como surgiu o seu interesse em trabalhar com gincana?

Anderson – Na “Capital da Gincanas”, Vera Cruz, cidade onde resido, qualquer adorador de desafios começa muito cedo; comigo não foi diferente. Aos 11 anos, iniciei como participante ativo de gincanas escolares e, com 15, elaborei minha primeira gincana na maior escola do município. Desde então, estive na organização de quatro gincanas escolares, duas gincanas municipais (Portão e Montenegro) e diversas tarefas criadas, contribuindo para gincanas pelo Estado. Participei da organização da Gincana Interescolar em Santa Cruz do Sul e fui idealizador do premiado projeto social Sábado do Bem, gincana entre entidades empresariais e beneficentes realizada pelo Arauto, importante grupo de comunicações do Vale do Rio Pardo. Gosto de gincana pois é incrível a capacidade de transformação que ela proporciona, desde tornar-se um “exímio” dançarino em um estilo musical desconhecido até a resolução de uma tarefa lógica altamente criptografada. Ver uma pessoa apoiando e aplaudindo outra ao se empenhar para realizar uma tarefa é algo que me faz ser fascinado por gincana.


Anderson e a coordenadora pedagógica da unidade, Patricia Rosas

Marista Boa Esperança – Quais são os benefícios de uma gincana?

Anderson – Gincana é sinônimo de conhecimento, seja histórico, seja cultural. O envolvimento e a cooperação proporcionadas refletem na facilitação social e afetiva daqueles que participam. Não há quem participe de uma gincana e não leve conhecimentos para a vida toda! A contribuição socioambiental e, principalmente, o autoconhecimento são responsáveis pelo despertar das mais diversas habilidades de maneira lúdica e prazerosa (mesmo que, em determinados momentos, exaustiva).

Marista Boa Esperança – Como foi trabalhar na Gincana 200 Anos?

Anderson –Foi uma experiência ímpar poder contribuir para o evento do ano do Centro Social Marista Boa Esperança. Desde a primeira ideia, tudo foi pensado e organizado para fomentar a cooperação, seja entre educandos, educadores, familiares e comunidade. Confesso que a gincana foi trabalhosa, pois tive que pesquisar sobre a história de Marcelino Champagnat, Rede Marista e Instituto Marista. Entender os mecanismos e como as propostas se dão, além de como tudo isso acontece no Centro Social Marista Boa Esperança e de que forma ligar isso nas tarefas desenvolvidas para a gincana. Precisávamos fazer uma ligação interativa, lúdica, interessante e que fosse marcante na vida de todos. Ao criar cada tarefa, já imaginava as equipes vibrando, os educandos apoiando seus participantes na realização das atividades e no familiar dando aquele abraço apertado no integrante do seu grupo (mesmo nervoso), representando com sucesso a sua equipe na execução de uma tarefa. Imaginando isso, todo trabalho transformou-se em prazer!

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